terça-feira, 12 de junho de 2012

Milagres

"Acredite em milagres, mas não dependa deles"
Emanuel Kant

terça-feira, 5 de junho de 2012

Take me out - Franz Ferdinand

Quem planta...


"A ambição universal dos homens é viver colhendo o que nunca plantaram."
Adam Smith

Saca e ressaca


Esta semana li que o termo "ressaca" tem origem na língua espanhola, expressando os movimentos de fluxo e refluxo do mar quando em períodos de fúria. Saca e depois ressaca, no vaivém ininterrupto. A ressaca moral, ou alcoólica veio depois, num sentido figurado de pagar o preço por "surfar" ondas perigosas.
Torna-se claro ao meu olhar que o movimento das ondas, num equilíbrio de sacas e ressacas, mantém a interessante sintonia que dá vida aos oceanos e nutre o planeta de energias potencial e cinética numa troca indispensável para a harmonia energética neste planetinha azul perdido no universo chamado, ironicamente, de Terra.
Em nossa vida pessoal, numa analogia na qual manter-se contido represente a saca e ousar-se em novas e, talvez perigosas, aventuras possa representar a ressaca, percebe-se também a necessidade deste equilíbrio para uma vida vivida de forma plena.
Talvez alguns prefiram lagoas, lagos ou rios. Eu, particularmente, prefiro a praia, inclusive nos dias nas quais as sacas e as ressacas são percebidas de forma mais contundente. O vaivém incessante me passa uma sensação de sobrevivência, reinvenção e persistência.
Talvez quando a experiência for uma das minhas virtudes mais notáveis, tenha mais a falar que ouvir, pense mais no passado que no presente e no futuro, prefira não aventurar-me desta forma, mas até lá continuarei fascinado pelo movimento do mar.     

quarta-feira, 30 de maio de 2012

A política do paliativo


Com o intuito claro de utilizar o comércio de automóveis para "aquecer" o mercado, o Governo Federal, através do Ministério da Fazenda, mais uma vez dá demonstração clara da política que predomina nos últimos anos no Brasil: a política do paliativo. Diminuir por prazo determinado a incidência do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) sobre o valor de fabricação de carros no país, freia imediatamente a cobrança desta indústria de uma reforma tributária que o governo insiste em não executar, numa atitude covarde que não ataca de forma consistente os motivos que causam o encalhe de automóveis nos pátios das montadoras brasileiras.
 Atualmente quarto maior mercado mundial de automóveis, a indústria brasileira sofre para competir com outros produtores, nosso custo de produção é 60% maior que chinês e 40% maior que o mexicano, o principal motivo é a extensa, e densa, tributação, mas existem outros como alto custo de logística e o alto valor da mão-de-obra em alguns dos mais importantes centros produtores.
A saída, talvez a não mais popular, é a imediata revisão dos impostos que oneram a indústria produtiva no país, implementada através de reduções lineares programadas e não pontuais oportunistas como tem ocorrido, do contrário continuaremos a vivenciar uma instabilidade econômica, mascarada por políticas governamentais que não solucionam as causas, atacando apenas de forma arriscada as consequências.
Com potencial de tornar-se um grande exportador de automóveis, o Brasil perde a chance de num ótimo momento arrumar a casa e prosperar de forma duradoura, a atual movimentação causa preocupação na atual conjuntura mascarada por discretos crescimentos do PIB e por uma questionável blindagem frente a crises econômicas externas.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Verdade do Ben


Ser humilde com os superiores é obrigação, com os colegas é cortesia, com os inferiores é nobreza. Benjamin Franklin

The color of your energy