terça-feira, 8 de novembro de 2011

Zona de Conforto

Difícil enxergá-la, muito mais difícil é superá-la.

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Seja em nossas relações sociais, ou ainda na vida profissional, vez ou outra nos vemos em situações que requerem escolhas, decisões complicadas que podem encerrar ciclos e demontrarem-se equivocadas após um tempo. A grande verdade é que o mundo é dividido entre as pessoas que fazem a diferença e aquelas que vêem as pessoas que fazem a diferença agir. A grande questão é saber de qual lado você está e o quanto está disposto a arriscar para alcançar a realização plena

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Não siga fórmulas existentes, mesmo que timidamente, faça do seu jeito, imprima suas idéias nas suas ações, preencha lacunas de poder e lidere a transformação do bem. Muitos personagens históricos morreram pobres de posses, mas sempre serão lembrados por sua bravura e por sua atitude corajosa em momentos difíceis. Não prego aqui a pobreza, prego a realização plena, portanto financeira e pessoal.

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Para tanto é necessário, primeiramente, enxergar até onde estão estabelecidas suas zonas de conforto. Exemplo: quanto tempo permaneço no mesmo emprego? Se a resposta passar de cinco anos é necessário ligar o sinal de alerta. Há quanto tempo não lidero ou participo de um projeto de mudança, de quebra de paradigmas? Tenho sinceros questionamentos sobre a validade da estabilidade do servidor público como ponto benéfico para estes, muitos se aposentam muito antes da data fixada por seus setores de gestão de pessoas, outros "morrem" ainda vivos, vendo a vida passar durante seus olhos, sem saber ao certo quanto seu trabalho influencia na vida das outras pessoas. Para estes a zona de conforto virou a zona de sobrevivência.

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Também nas relações não devemos deixar a zona de conforto parecer uma marcação longíqua, sendo necessárias revisões devem ser feitas, novas sensações devem ser testadas e, medidas, mesmo que mal vistas ao primeiro olhar podem aproximá-lo da real felicidade. Nossa sociedade, com todos os seus problemas atuais, é mais liberal, algumas barreiras foram quebradas e a felicidade pessoal pesa muito mais que o comodismo advindo de um relacionamento já estruturado. Mais valem dois felizes separados que dois infelizes unidos.

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Clichê: "Antes a amargura da derrota do que a vergonha de nunca ter lutado".

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