quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Aprendendo a perder

 
Nunca é fácil admitir uma derrota, um gosto amargo logo vem a boca e o coração palpita sem parar. Reconhecer é, acima de tudo, ser sincero consigo mesmo: - Perdi!
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Em alguns casos você perde só, essa é bem dolorida, outras perde coletivamente, talvez a mais frustrante pois a derrota não é exclusivamente ligada as suas próprias decisões. Em tempos de derrota surgem várias lições, a principal, humildade.
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Você pode ser derrotado num projeto profissional, na conquista de uma paixão arrebatadora ou ainda num simples jogo de futebol. Todas envolvem sentimentos, suas peculiaridades e seus impactos na vida do derrotado são diferentes de acordo com a visão de cada um.  Alguns vivem para trabalhar, outros trabalham para viver, existem ainda os passionais e os racionais, os competitivos e os nada competitivos. Estes termômetros, relacionado com a atenção direcionada para cada área, indicam os níveis de estresse por derrota.
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Me descobri intenso em todas essas áreas e, confesso sem falsa modéstia, ter comemorado muito mais vitórias que derrotas na minha vida nas que sempre mais me interessaram. Este foi um ano diferente, de muito aprendizado e de algumas derrotas bastante doloridas.
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Sacode a poeira e dá a volta por cima!
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É tempo de recomeçar, reconstruir, se reinventar. Esquecer o que deu errado e correr atrás do que poderá trazer felicidade plena futura. Revisando as metas, percebe-se que talvez o errado tenha sido a definição destes objetivos. Devaneio? Idealismo? Soberba?
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Sinceramente este é um dos primeiros finais de ano nos quais eu realmente torço para que acabe logo, estou ansioso pelo novo ano e o que ele poderá me oferecer.
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Entre mortos e feridos salvaram-se todos: enquanto há vida, há esperança!  

Um comentário:

Anônimo disse...

eu aqui tentando aceitar que te perdi pra ver se alivia ...