Às voltas com as eleições municipais o clima político torna-se efervescente em todos os sentidos. Alianças são formadas (muitas das quais bastante improváveis), os "futuros" das cidades são discutidos por entidades com nomes convidativos e surgem alguns salvadores da pátria. O nosso, reconhecido campeão e embaixador honorário da cidade para o mundo, mostra que como gestor continua sendo um grande ex-tenista....
Num cenário pluripartidário como o que vivemos é bastante corriqueiro que eternos desafetos da última eleição passem a dividir palanques em prol de um "bem maior". Não sou afeito à mágoas ou vinganças pessoais, mas penso que os partidos devem, ao menos, possuírem um formato de gestão minimamente transparente para a população. Verdade seja dita, o prefeito é o porta voz, o comandante, mas no fim das contas quem direciona o barco é a tripulação, se a equipe não vê norte nas palavras do capitão, além de perda de rumo, haverá gasto ineficaz de energia gratuitamente. O partido, ou os partidos, montam a equipe, caso tenham visões bastante diversas sobre qual caminho trilhar para atingir o mesmo fim, é possível que sejam criadas vertentes de poder dentro da mesma gestão. Isso é extremamente contraproducente. Irreal então seria imaginar uma parceria entre um partido que defenda o liberalismo econômico (estado supervisor) com um partido paternalista (estado inchado).
Num cenário pluripartidário como o que vivemos é bastante corriqueiro que eternos desafetos da última eleição passem a dividir palanques em prol de um "bem maior". Não sou afeito à mágoas ou vinganças pessoais, mas penso que os partidos devem, ao menos, possuírem um formato de gestão minimamente transparente para a população. Verdade seja dita, o prefeito é o porta voz, o comandante, mas no fim das contas quem direciona o barco é a tripulação, se a equipe não vê norte nas palavras do capitão, além de perda de rumo, haverá gasto ineficaz de energia gratuitamente. O partido, ou os partidos, montam a equipe, caso tenham visões bastante diversas sobre qual caminho trilhar para atingir o mesmo fim, é possível que sejam criadas vertentes de poder dentro da mesma gestão. Isso é extremamente contraproducente. Irreal então seria imaginar uma parceria entre um partido que defenda o liberalismo econômico (estado supervisor) com um partido paternalista (estado inchado).
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Floripa te quero bem. Bonito não? Com certeza. Produtivo? Acredito que não. Todos temos sonhos, queremos a melhor saúde, educação e segurança, se possível, sempre na esquina da nossa casa. Infelizmente isso é impossível, ao gestor de uma cidade caberá difíceis escolhas que poderão privilegiar uma área em detrimento da outra pelos motivos mais diversos (orçamento, capacidade instalada, estratégia, etc...), o que deve imperar, no entanto é a avaliação técnica e aí não basta somente carisma, é necessário avaliar indicadores, custos, prazos, etc... O movimento criado com nome de declaração de amor pelo Grupo RBS é bem possível que crie mais fumaça e fomente falsas expectativas que realmente construa um plano de desenvolvimento para Florianópolis. A população, em grupo, não foca, por essa razão são escolhidos representantes que poderão separar as reais necessidades das falsas prioridades. Seu papel como cidadão é eleger este representante e repassá-lo suas opiniões, a ele caberá analisá-la e marcá-la com um selo de "possível" ou "sonho". Se você realmente quer bem Floripa procure os meios legais para participar da construção do futuro da sua cidade, vote consciente e seja um cidadão participativo apoiando a gestão da cidade com críticas construtivas.
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O factóide "Guga Prefeito" foi impulsionado depois que o tenista disse que se a cidade continuasse no mesmo caminho o faria repensar sobre a idéia de morar pelo resto da vida nesta Ilha. O que o mesmo fez depois disso? Lançou a hashtag #SalveFloripa, interrompeu a apresentação do projeto da quarta ligação para dizer que "o governo deveria ouvir mais a população antes de tocar tal projeto". Faça-me o favor Gustavo, deixe os técnicos fazerem seu trabalho e, caso se julgue apto para ser um representante da sociedade - agente de transformação-, estude para tal e conheça um pouco melhor sobre o funcionamento da máquina pública antes de propor o que já é realizado através da representação escolhida pela maioria da população.
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Fico imaginando o Guga sentado numa mesa, despachando documentos com pedidos de transferência de servidores e analisando reinvidicações de grevistas sobre aumento de salários não contidos na Previsão Orçamentária do município. Não, não Guga, nem sempre as vitórias na nossa vida estão ligadas a precisão de um saque ou a resposta indefensável a uma bola do adversário.
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