segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Rezar?



"Rezar é uma falta de fé: Nosso Senhor sabe bem o que está fazendo."
Mario Quintana

A Queda do Império Americano

Pasmem meus caros contemporâneos, presenciamos um evento muito, muito maior que um atentado terrorista em 11 de Setembro de 2001: nós vivemos a queda do Império Americano.

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Assim como os gregos, os romanos, os persas, os franceses, os americanos também tiveram sua vez de dar as cartas no mundo, só que desta vez a hegemonia não foi limada através de conflito armado, os Estados Unidos da América foram tragados por três fatores principais: economia inviável, queda de prestígio internacional e globalização. Sim, a globalização, literalmente, matou a maior economia do planeta aos poucos. A queda das Torres Gêmeas ficará marcada como um símbolo deste processo, mas a mudança ainda está em curso e essa transformação poderá levar décadas, tempo este que será abreviado numa possível síntese futura dos tempos que vivemos, assim como outros eventos históricos foram.

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Quando o mundo se interligou outros mercados apareceram e se interligaram entre si sem precisar do intermédio americano, China, Brasil, Índia, Rússia e África do Sul tiveram bastante "culpa" no processo de queda dos americanos, mas quem desferiu os golpes mais duros foram os chineses. A famosa pujança econômica americana criou uma armadilha contra si próprios através de uma dívida interna bastante complicada de resolver. Das duas uma, ou os Estados Unidos fazem uma revisão nos seu modelo de vida (o american way) ou terão de solicitar ajuda externa, ambas as situações serão fatais para a derrocada do império que perdura aproximadamente um século.
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A China se tornará a maior potência econômica, mas dificilmente será um potência cultural como foram os americanos, franceses e romanos. Primeiro pelos tempos que vivemos nos quais as culturas parecem estar mais solidificadas, segundo pela própria forma como os chineses são vistos no mundo devido a sua política externa e sua forma de lidar com a mão de obra internamente. Creio num panorama futuro difuso, com poder descentralizado e baseado em uniões, das mais diversas e impensáveis, como forma de ganhar barganha no comércio e na política internacional.
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Estaríamos entrando na era das "fusões nacionais"?

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Mais uma pérola do Antônio Tabet



Fonte: Kibeloco (http://www.kibeloco.com.br/)



Educar para cobrar



"Tá tudo errado." "Esses caras são uns ladrões." "Não vejo nada diferente." "Essa obra não caminha." Etc...

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As afirmações acima estão na boca do povo, muito pela percepção popular induzida pelo nosso jornalismo nada imparcial e muito pessimista, ou ainda pela total falta de conhecimento da massa sobre o funcionamento da máquina pública. Como se realiza uma licitação? Qual o papel do Tribunal de Contas? O que faz (ou o que deveria fazer) o Ministério Público? Essas são questões cruciais, e elementares, para que um cidadão possa avaliar de forma embasada o funcionamento de um órgão público e dos poderes que possuem a responsabilidade de o fiscalizarem.

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A culpa é na verdade do governo (esferas federal, estadual e municipal) que deveria incluir esse tipo de ensinamento nos currículos escolares regulares. Nada de moral e cívica, sintetizar a parte prática de conhecimento básico do cidadão sobre o funcionamento do governo, regras e normas pelos quais o administração pública deve embasar suas ações. Sem esse devido conhecimento como cobrar?

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O povo educado é crítico, o povo conhecedor de causa é colaborativo.

terça-feira, 26 de julho de 2011


"Se quer chegar rápido, vá sozinho. Se quer ir longe, vá em grupo."

Ditado Africano

Recesso de Informação

Viver sem acesso à rede mundial de computadores e a televisão paga hoje é como não ter fogo no tempo das cavernas, vivi como um neandertal sem sorte pelos últimos três meses (ou mais). Recesso necessário e mais longo do que previa.

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De antemão faço publicidade negativa para a empresa Matrix, provedora de internet, uma vergonha de atendimento com pouca, ou nenhuma, capacidade de resolução dos problemas de seus clientes. Fui resistente, me perderam pelo cansaço. Assim como a TVA, provedora de TV por assinatura. Imagem destorcida e inúmeras ocorrências de desligamentos temporários depois me fizeram também deixar de ser seu assinante. Assim fica fácil demais para a NET...


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Pós-trauma de rescisões e assinaturas de novos contratos posso fazer um breve relato sobre a experiência de viver sem internet e televisão. Me doeu mais viver sem internet, incrível mas hoje sou mais internet-dependente que um telespectador assíduo. Já ressaltava pelos quatro cantos que essa seria a Era da Interatividade e que as redes de televisão nunca mais seriam as mesmas, pois bem, tremei grandes conglomerados informativos, vocês serão, rapidamente passados para trás.

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Me rendi também ao Twitter, ferramenta fabulosa que faz dos prolixos sintéticos e dos sintéticos quase monossílabicos. Melhor assim, não temos mais "tempo", para longos textos e a informação hoje tornou-se tão democrática que as enfadonhas "revisões editoriais" não terão mais vez. Ponto para a capacidade análitica do indivíduo e também para a produção de grandes mobilizações espontâneas via redes sociais (vide Egito, Síria, e mais recentemente Espanha e Chile).

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Voltei a me conectar ao mundo e ele a mim.

Primavera

Após um longo inverno o blog Novas do Mundo Novo estará com novidades.

Aguarde...