segunda-feira, 2 de junho de 2008

A culpa é do 'pulítico'!!!!!

Como é costumaz ouvir essa frase não? Ela possuí variações como: "Detesto política", "Queria que todos os políticos fossem mortos", etc... Besteira, besteira e mais besteira.
As raízes da formação do nosso país tropical nos explicam uma parte do conceito da maioria da nossa população quanto aos seus representantes legais. Nossa unidade federativa foi colonizada (em grande parte) pela escória humana dos nossos colonizadores. Franco demais? Para explicar meu ponto de vista pergunto: Que tipo de ser humano em sã consciência embarcaria numa viagem aos confins do novo mundo se gozasse de uma boa vida na metrópole? Escória. E depois de um período de colonização, que tipo de ser humano vislumbraria no Brasil uma forma de tornar-se rico rapidamente e largaria sua vida na Europa para conviver com os selvagens americanos? Escória ambiciosa. Posso continuar mas acho que já entenderam meu ponto.
A famosa "Lei de Gerson" vem das profundezas do nosso povo, dos italianos que brigavam por cercas posicionadas de forma mal-intencionada, dos holandeses tarados por açúcar, dos portugueses covardes que fugiram como ratos da França de Napoleão... Somos um povo movido por levar vantagem e com visão de curtíssimo prazo. Pergunte para qualquer empregador americano de jovens universitários brasileiros a sua taxa de satisfação quanto ao trabalho dos mesmos. Não atirem pedras em mim, sei que toda regra tem sua exceção e existem muitos brasileiros confiáveis e trabalhadores e, otimista por natureza, acredito que esse número vem aumentando exponencialmente.
Toda essa introdução foi necessária para defender minha opinião central: cada país possuí os governantes que merece. Se hoje nossos políticos roubam feito loucos é porque a cultura do nosso Brasilzão permite. As leis não são cumpridas e as autoridades não possuem, na verdade, autoridade nenhuma. Ok falar é fácil, qual a solução? A solução meus amigos reside em dois fatores principais: educação e pró-atividade.
Dizer que educação salva um país é chover no molhado, mas é totalmente verdade. Numa guerra um povo perde seus edifícios, riquezas e até territórios, mas de forma nenhuma perde seu aprendizado. Um povo culto é um povo vencedor, crítico, não acomodado e empreendedor.
A revolução sábia é realizada de dentro para fora. Se hoje os políticos que nos representam deixam a desejar não reclame como uma velha e participe do pleito político. Pró-atividade.
Não é necessário afiliar-se a um partido ou ainda lançar-se como candidato a presidente defendendo a bomba atômica para participar ativamente da administração do nosso país. Analise, seja crítico, não fuja de debates políticos, se interesse pelas discussões em trâmite (acredite, um dia essas decisões de alguma forma afetarão sua vida) e vote, mas vote consciente. . Defenda-se antes que seja tarde demais. Chavão: a melhor defesa é o ataque.
..............
Moral da história:
Não jogue a responsabilidade para o barbudo que nos representa hoje no mundo, não culpe o careca bigodinho de Hitler que administra nosso Estado e não julgue o brega que administra a nossa cidade. Eles são a mais democrática cara do nosso povo.
"Quem cola, 'num' saí da iscola!"

10 comentários:

Anônimo disse...

Agora vc se superou hein guri!

"se interesse pelas(...)" foi feia hein? Aulinha de português com a tia Léia não ia fazer mal.

De resto, o artigo está muito fraquinho.

Então não devemos culpar Hitler só pq foi eleito "democraticamente"? Quando ele se candidatou, não disse às pessoas que exterminaria judeus. Como é que elas iriam saber, hein garotinho? Quero ver tua pró-atividade com um rifle apontado para sua testa.

Explique melhor isso aí e pimba na gorduchinha!!!!!!

Anônimo disse...

digo: "para TUA testa"

De tanto ler aqui, começei a escrever errado rs rs

Anônimo disse...

Nem li tudo maix.............. esse doutor leandro parece muito irritadinhu.

Não avacalha neh dr.?!! ahhahahaha^^


MIl bjos pro pessoal do Celso

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Fernando Wisintainer Luz disse...

Errata referente ao comentário realizado neste post:
Hitler não foi eleito democraticamente, pelo contrário foi indicado ao cargo de chanceler numa manobra política.
fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Adolf_Hitler

Anônimo disse...

Mas se eles é que têm o mandato, competências e prerrogativas legais, como não lhes atribuir a responsabilidade objetiva pelos atos administrativos malfadados?
Como acadêmico de direito, reconheço que a cultura influi na formação política de um povo e, por conseguinte, em toda a expressão parlamentar que nele se produzir. Entretanto, toda a organização atual - e a passada idem - do estado brasileiro visa combater esse vícios. É para isso que existem a independência dos poderes, leis, códigos, resoluções, pareceres, portarias, poder de polícia etc. É o Direito; a ciência jurídica; Tudo isso foi, em tese, criado por pessoas sérias e inteligentes que de modo algum representavam uma "média" do povo, um "homer simpson", o "brasileiro". Portanto, creio que a culpa, sim, pode ser atribuída aos políticos. Eles têm todos os intrumentos para realizar um bom trabalho e simplesmente não o fazem. Devemos ter em conta, também, que muitos políticos que somente possuíam experiência parlamentar, estão agora investidos em cargos do poder executivo, sem qualquer experiência prévia de gestão. A meu ver, dever-se-ia estabelecer regras para ocupação de cargos públicos de qualquer espécie, como já se faz na escolha de ministros do Supremo Tribunal Federal e congêneres.

Abçs

Anônimo disse...

Isso aqui ainda está gerando comentários? Até um adevogado apareceu

Será que ninguem aqui percebe a falha central desse "artigo"? Esse Fernando dono do blog começa criticando a voz corrente, as frases do povão e depois lança sua tese: "cada país possuí os governantes que merece". Ora, se isso não é um bordão popular, não sei o que é... vira tudo uma disputa de qual frase é mais forte. Se ele pode justificar a crise atual através das raízes culturais, do mesmo modo eu também posso justificar meu ponto de vista que odeio política e de que nao precisamos de politicos . Nos tempos do império sempre houve resitência aos governos, revoltas; na época da república também houveram guerras, movimentos separatistas, messiânicos etc... Será que Zumbi, Tiradentes, Duque de Caxias, Dr. Hermann Blumenau e tantos outros são a escória trazida pela herança colonizadora? Não não e não! É por isso que eu digo: anula teu voto, ou se possível nem vá votar. Faça com que o processo político se torne cada vez menos "legítimo". pague a taxinha da justificativa e enterre a política partidária. Chega de decisões políticas que irão afetar tua vida sem a tua permissão. Tu e o país só têm a ganhar, oras pois. Esse negócio de se interessar por política, votar consciente... é tudo, como diz o tal fernando dono deste blog, BESTEIRA, besteira, e mais besteira; E pimba na gorduchinha!

Fernando Wisintainer Luz disse...

Acredito que esse tipo de discussão seja extremamente necessária para que todos possamos perceber o ponto de vista de outros e buscarmos argumentos ainda mais "blindados" para que nossa posição ideológica seja respeitada.
Pergunto: Quem elege os políticos? Um país no qual o voto é obrigatório e menos de 1/3 da população, em idade apropriada, cursou integralmente o Ensino Médio, possuí, no meu entender, na média, um povo com um grau baixo de discernimento.
Enquanto não melhorarmos de forma contundente o investimento em educação, continuaremos a possuir representantes como o Stephan Nercessian e o Frank Aguiar.
Nçao concordo com a criação de "funis" para ocupação de cargos públicos executivos, muito menos nos moldes adotados pelo Supremo Tribunal Federal.
De acordo com a Constituição de 1988 os ministros do Supremo Tribunal Federal serão selecionados entre cidadãos de conhecimento jurídico invejável e ótima reputação, entretanto, são nomeados diretamente pelo presidente da República. Trata-se de um cargo que não possuí mandato fixo, ou seja, antes do 70 anos o ministro só deixa o cargo caso queira ou morra (ainda pode ser julgado pelos próprios colegas de S.T.F., mas essa opção eu nem considerei).
Não acredito, sinceramente, que algum homem que já governou este país (e foi eleito por esse povo) possa, de forma justa e sábia, nomear candidatos a tal cargo com alguma eficiência. Ainda acredito na vontade soberana da maioria, o que necessitamos é capacitar essa gente.

Anônimo disse...

Em que pese aos comentários de um certo profissional de medicina que, creio eu, nunca fez o juramento de Hipócrates, mantenho a minha posição: Um mundo sem ordenamento jurídico é um mundo fadado à barbárie. Precisamos de Leis boas e pessoas capazes de aperfeiçoá-las, pessoas com consciência democrática republicana, tal qual era na Grécia antiga.
Fernando, a vitaliciedade não pode ser considerada um vício. Ela se faz necessária para que uma retidão de conduta seja construída ao longo do mandato. Vai parecer-lhe um tanto paradoxal o que direi, todavia, acho pertinente tocar neste ponto, pois você e muitas pessoas não possuem um conhecimento jurídico mais profundo como nós do Direito. Veja, a retidão de conduta esperada pela vitaliciedade de um cargo político numa democracia é inspirada na conduta moral dos reis, ou seja, na monarquia. Sabia-se que os reis, se não governassem observando a justiça, a honra, a verdade, e a lealdade ao seu povo, eram considerados tiranos ou incompetentes e então depostos sem piedade. Com o cargo vitalício espera-se o mesmo.
E ademais acho que você não entendeu bem o ponto que coloquei no outro post. A minha idéia de critérios firmes para a escolha dos representantes não passou jamais pela questão da nomeação direta por um chefe de outro poder. Isso seria despótico. Eu quis dar a entender (mas talvez isso só fique claro para quem cursa direito), que os pleiteantes a cargos públicos deveriam preencher requisitos SEMELHANTES aos da escolha de Juízes do STF, não necessariamente iguais. As eleições se dariam da mesma forma, porém os candidatos seriam pessoas altamente competentes e com reputação ilibada. O que impede isso é o hiato entre os art. 14, parágrafos 3º e 4º, da nossa Constituição Federal, os quais rezam que

"São condições de elegibilidade, na forma da lei:

I - a nacionalidade brasileira;
II - o pleno exercício dos direitos políticos;
III - o alistamento eleitoral;
IV - o domicílio eleitoral na circunscrição;
V - a filiação partidária;
VI - a idade mínima de:

a) trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador;
b) trinta anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal;
c) vinte e um anos para Deputado Federal, Deputado Estadual ou Distrital, Prefeito, Vice-Prefeito e juiz de paz;
d) dezoito anos para Vereador.

§ 4º - São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos."


(continuando...) e o art 37, inciso I, o qual estabelece que

"os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei, assim como aos estrangeiros, na forma da lei"

Observe então Fernando que as regras já existem, só precisam ser aperfeiçoadas; daí a necessidade de pessoas qualificadas, e preferencialmente, dotadas de grande saber jurídico. A meu ver, todos os pleiteantes a cargos políticos deveriam possuir, no mínimo, o bacharelado em Direito.

Anônimo disse...

Ao Lívio... Minha vida profissional e pessoal não lhe diz respeito. Te aconselho a não tirar conclusões sobre o que não sabe e nem faz idéia, garoto. Espero que esteja feliz neste seu curso de Direito, meramente teórico, e que poderia ser feito sob correspondência (só não é o por que o conselho de vcs parece não gostar muito de EAD). No mais, vai à merda, ó protótipo de bacharel.

Anônimo disse...

Um médico que perde tempo num blog desses deve ter feito um curso de medicina muito bom mesmo. kkkkkkkk

Açougue.